Tipos de Carne

O gaúcho chega em uma churrascaria em São Paulo, senta e, indignado, chama o garçom que vem com o cardápio na mesa:

— Mas tchê! Na minha terra não tem essa história de cardápio tchê. A gente escolhe a carne cheirando a faca!

O garçom deu um sorriso irônico, mas como não queria perder o cliente, o atendeu a caráter.

O garçom dirigiu-se ao assador da carne, pegou sua faca que tinha acabado de cortar um cupim e levou-a ao gaúcho. O gaúcho pegou a faca, colocou-a em frente de seu nariz e exclamou:

— Mas tchê! Esse cupim está maravilhoso, me traz um pedaço!

O garçom, assustado, serviu o gaúcho e, logo após, buscou a faca utilizada para cortar a costela e deu para o gaúcho. O mesmo exclamou:

— Mas tchê! Essa costela está no ponto pode trazer!

O garçom, louco da vida com o gaúcho, buscou uma faca e pediu pro churrasqueiro Waldemar:

— Waldemar passa a mão no pinto e depois esfrega nessa faca!

Dito e feito, o garçom pegou a faca e entregou para o gaúcho, ele a colocou em frente do nariz, suspirou fundo e disse:

— Mas tchê! Como esse mundo é pequeno! Não acredito tchê, o Waldemar na cozinha?

Bilhete de Loteria

Um gaúcho se dirigiu à atendente da casa lotérica:

— Olha, não tenho a menor idéia sobre quais números escolher para comprar um bilhete da Loteria Federal. Você poderia me ajudar?

— Claro, respondeu ela, vamos lá. Durante quantos anos você freqüentou a escola?

— 8

— Perfeito, temos um 8.

— Quantos filhos você tem?

— 3

— Ótimo, já temos um 8 e um 3. Quantos livros você já leu até hoje?

— 9

— Certo, temos um 8, um 3 e um 9. Quantas vezes por mês você faz amor com sua mulher?

— Caramba, isso é uma coisa muito pessoal — diz ele.

— Mas você não quer ganhar na loteria?

— Está bem, 2 vezes.

— Só? Bom, deixa pra lá. Agora que já temos confiança um com o outro, me diga quantas vezes você já deu a bunda?

— Qual é a sua? — diz o homem — Sou espada!

— Não fique chateado. Vamos considerar então zero vezes. Com isso já temos todos os números: 83920.

O sujeito comprou o bilhete que correspondia ao número escolhido. No dia seguinte foi conferir o resultado. O bilhete premiado foi o de nº 83921. Cheio de raiva, comentou:

— Puta que pariu! Por causa de uma mentirinha besta eu não fiquei milionário!

Gaúcho na Praia

O gaúcho muito grosso estava andando em Copacabana quando se deparou com uma madame com seu poodle, e diz:

— Que bonita a ovelhinha, minha senhora!

Então a madame responde:

— Que ovelhinha, seu gaúcho grosso,isto é um poodle criado á leite ninho!

No outro dia, o gaúcho ia passando outra vez e se depara com a mesma madame, porém, com um fila brasileiro.

E o gaúcho diz:

— Mas que bonito o terneiro, senhora!

E a madame responde:

— Que terneiro, isso é um fila criado á leite de cabra!

Então, no outro dia, o gaúcho acorda bem cedo, pega um siri na praia, pendura no pau e sai caminhando pela praia. A mesma madame passa por ele e pergunta:

— O que tu tá fazendo com esse siri pendurado no pau?

O gaúcho responde:

— Não é siri, é um chato criado à leite de pica!

Redação Sobre Sexo

A professora Vera achou que os alunos já estavam bem grandinhos e os mandou cada um fazer uma redação sobre o tema sexo ou assunto relacionado. No dia seguinte, cada aluno leu a sua redação:

A da Mariazinha era sobre métodos contraceptivos.

A do Gerson “falava” da masturbação.

A da Ana Lúcia escreveu sobre rituais sexuais antigos.

E chegou a vez do Joãozinho:

— Então Joãozinho, você fez a redação que eu pedi?

— Fiz sim, professora!

— Então, leia sua redação!

E o Joãozinho começou a ler alto:

“Era uma vez no pampa gaúcho, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam 18h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol já ofuscava o horizonte e tingia as nuvens de tons vermelhos. De súbito, recortou-se a silhueta de um cavaleiro. Lentamente, foi-se aproximando da cidade… Ao chegar à entrada, desmontou. O silêncio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava- se Malaquias! Vestia-se todo de preto, à exceção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que segurava os dois revólveres na cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante para uma poça de água… PUM!
O velho cavalo caiu morto com um buraco na testa. O cheiro da pólvora vinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Malaquias: Malaquias não gostava de cavalos desobedientes! Malaquias dirigiu-se para o bar. Quando estava subindo os três degraus, um mendigo que ali estava, tocou na perna de Malaquias e pediu uma esmola… PUM! PUM! O esmoleiro esvaiu-se em sangue: Malaquias não gostava que lhe tocassem!
Malaquias entrou no bar. Foi até o balcão, e pediu uma cerveja. O homem serviu-lhe a cerveja. Malaquias provou e fez uma careta PUM! PUM! PUM! Malaquias não gostava de cervejas mornas e detestava homens de bar relapsos. Outros cavaleiros que ali estavam olharam surpresos para Malaquias. PUM! PUM! PUM! PUM!
Ninguém sequer conseguiu reagir. Malaquias era rápido no gatilho: Malaquias não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar… Deslocou-se até o outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passou por ele um grupo de crianças a brincar e a correr, levantando uma nuvem de poeira… PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM!
Desta vez os dois revólveres foram empunhados: Malaquias não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o vendedor enganou-se no troco… PUM! PUM! PUM!
Malaquias não gostava que o enganassem no troco!Montou no novo cavalo e saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o sol já quase recolhido.
Todos aqueles mortos no chão. Até o silêncio era pesado. FIM”

Joãozinho sentou-se. A turma estava petrificada!

A professora chocada pergunta:

— Mas… Mas… Joãozinho… O que esta composição tem a ver com sexo?

Joãozinho, com as mãos nos bolsos, responde:

— O Malaquias era foda!